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Fórum Estadual em Defesa da Liberdade Sindical leva combate as atitudes antissindicais para Foz do Iguaçu

Nesta terça-feira (4), o Sindicato dos Empregados no Comércio de Foz do Iguaçu (SINECOFI) sediou o encontro do Fórum Estadual de Liberdade Sindical, organizado pelas Centrais Sindicais do estado e pelo Ministério Público do Trabalho do Paraná (MPT-PR), com apoio do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).

Com o tema “atos antissindicais”, o fórum contou com o seminário “Como Combater as Atitudes Antissindicais das Empresas Depois da Reforma Trabalhista”, e com uma audiência pública para debater os desafios que as entidades sindicais enfrentam diante da nova conjuntura do país.

Os eventos reuniram dirigentes das centrais sindicais, procuradores e juízes do trabalho para debater e valorizar ações que impeçam as práticas antissindicais nas empresas e garantam a liberdade de ação.

De acordo com Sérgio Butka, presidente da Força Paraná, da Federação dos Metalúrgicos do Paraná e do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, que participou e compos a mesa do evento, "ações como essa seguem sendo fundamentais":

"É de extrema importância a gente estar em constante luta e combate as práticas antissindicais. Num cenário como o de hoje, pós reforma trabalhista, em que muitos patrões acham que estão com um cheque em branco para explorarem como bem entendem o trabalhador, é fundamental os sindicatos estarem preparados para que isso não se concretize na prática", destacou Butka.

Miguel Torres, presidente da Força Sindical nacional, também participou da iniciativa:

“A reforma trabalhista, além de não gerar os empregos de qualidade prometidos, só serviu para precarizar as relações de trabalho e abrir espaço para o avanços das práticas antissindicais contra o movimento sindical que tem forte atuação pelos direitos e interesses da classe trabalhadora. Este Fórum é, portanto, muito importante no cenário atual do País e reforça nossa resistência contra os ataques ao sindicalismo e aos trabalhadores”, disse Miguel Torres.

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