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ENCONTRO MUNDIAL DE LÍDERES SINDICAIS DA RENAULT DEBATE MODELOS DE REPRESENTAÇÃO SINDICAL E ATOS ANTISSINDICAIS

Atividade vai até a amanhã e conta com a participação de dirigentes sindicais da Europa

Ampliar o debate sobre questões cruciais para o movimento sindical no mundo. Esse é o foco do Encontro Mundial de Líderes Sindicais Renault/Nissan, iniciado hoje, até as 17h e com término amanhã às 13h. 

A atividade realizada no Auditório Diamiro Cordeiro da Fonseca é realizada pelo SMC em parceria com a United Auto Workers (UAW- EUA) e a Confedération General du Travail (CGT- França). 

A abertura do evento contou com as falas do presidente do SMC, Sérgio Butka, do Presidente da Força Sindical, Miguel Torres e do diretor da CGT, Fabien Gouche (falas de abertura em breve no youtube.com/metaltvsmc). 

Também participam dirigentes sindicais de Goiás, Brasília e trabalhadores da Nissan do Rio de Janeiro.

O primeiro painel intitulado "Country Report" fez uma análise conjuntural estrutural da política econômica e trabalhista de cada país. 

Palestraram o economista e assessor do SMC, Cid Cordeiro, o representante da UAW, Rafael Guerra e o diretor da CGT, Fabien Gouche (palestras em breve no youtube.com/metaltvsmc).

Eles mostraram dados sobre vendas de veículos no Brasil, estrutura das unidades mexicanas da Nissan (número de trabalhadores, modelos produzidos, reforma trabalhista na França entre outros) .

O segundo painel abordou o "Modelo de Representação Interna e Sindical" em cada país e foi explanado pelo Doutor Alberto Emiliano de Oliveira Neto, procurador do Ministério Público do Trabalho da 9 Região e dos diretor da CGT, Frederick Toubol e Fabien Gache.                           .

Finalizando este primeiro dia, o terceiro painel tratou das "Negociações Coletivas", do advogado trabalhista, Iraci Borges e do diretor da CGT, Frederick Toubol. O Encontro Mundial de Líderes Sindicais da Renault retorna amanhã às 9h.

"Esse encontro de hoje mostra uma preocupação com mudanças que não afetam apenas a gente aqui no Brasil, mas a todos os trabalhadores metalúrgicos a nível mundial. São mudanças significativas nos modos de produção, na indústria com a chegada da tecnologia 4.0 e com as ações antissindicais orquestradas pelas empresas em nível global. Esse encontro de hoje mostra que estamos no mesmo caminho em todas as partes do mundo e que, portanto, precisamos agir de forma mais igual e unificada, para juntos avançarmos nas conquistas e barrarmos cortes de empregos e direitos", avaliou o presidente do SMC, Sérgio Butka.

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